O Governo do Estado de Pernambuco em uma ação um pouco confusa, decidiu que os alunos do Ensino Fundamental deveriam ter aulas de reposição no mês de férias. Em uma história meio grande para ser contada aqui no blog, eu fui escalado para dar essas aulas no colégio do governo, aqui, perto de casa. As aulas seriam de História e Geografia. Na aula de Geografia, propus uma redação com o seguinte tema: Israel X Hamas: o conflito árabe-israelense. Esperei defesa de um ponto de vista. Que defendessem apenas um lado. Mas para mim ficou comprovado àquilo que Rousseau já dizia: "O homem nasce bom, a sociedade o corrompe", pois o que vi foram pessoas que acham absurdo a guerra em todos os sentidos. E que guardam no inconsciente a assimilação das culturas dos povos envolvidos com a própria guerra e o medo. Observe, depois, na redação de Flávia, o que ela entendeu pelo xador. Pois, pronto. Coloco para vocês duas redações, que mais do que técnica redacional, chamaram a atenção pelas idéias nelas contidas.
Flávia Inácio da Silva, aluna da sétima série do Ensino Fundamental da Escola Estadual Senador Petrônio Portela.
É uma realidade que está prestes a acabar com um dos países do mundo. Sempre vemos nos telejornais, jornais, livros, ouvimos nos rádios e etc. A guerra em Israel contra o Hamas já está avançado cada dia mais. Segundo a Folha de Pernambuco, a faixa de Gaza já está com 16 dias de guerra e mais de 870 palestinos já morreram, a maioria eram civis
Um jovem soldado brasileiro, que está em Israel, relatou que estava jogando vôlei quando de repente, sem ele esperar, um míssil caiu ali e se ele e seu amigo não tivessem corrido eles poderiam ter sido mortos.
A guerra de Israel e do Hamas na Faixa de gaza está a cada dia mais perigosa. São foguetes, mísseis. Segundo a mesma Folha de Pernambuco do dia 12 de janeiro de 2009, o Hamas lançou pelo menos 24 foguetes, no dia anterior, contra o sul de Israel, ferindo levemente 3 pessoas.
Sempre deveríamos falar sobre a guerra que está acontecendo. Uma mulher está com tanto medo que ela vestiu uma roupa, parecida com um vestido, que cobria até rosto dela, só deixando aparecer os olhos. É assim a guerra de Israel e Hamas. Diga não a guerra de Israel X Hamas na Faixa de Gaza!
Manoela Noama da Silva Santa, aluna da sétima série do Ensino Fundamental da Escola Estadual Senador Petrônio Portela.
Guerra, bomba, explosivos... Não adianta de nada, porque a violência já dura mais de 22 anos e já contabilizou mais de 8 mil mortos em conflitos. Toda essa guerra não adiantou de nada, só ira, só tristeza. Porque isso? Por que eles fazem isso? Por que dividem a terra, porque eles (os israelitas) não deixam os palestinos no seu divido lugar na Faixa de Gaza, e não apenas continuam os ataques como anunciaram uma terceira fase da guerra que está a caminho.
Se se fizesse uma paz, uma trégua, 8600 mortos, desde o início da Intifada deixariam de ser mortos.
Uma pessoa chamada Tabash, palestino, 22 anos, morador da Faixa de Gaza e estudante de Engenharia e Tecnologia da Informação, (leiam o Diário de Pernambuco de domingo (11)) defendeu os ataques palestinos a Israel. Tourgman, israelita, defende o que está escrito na Bíblia, que Israel é a terra dos judeus.
Para Tourgman, que tem 23 anos, o conflito tem uma única razão: “nós não buscamos problema e sempre queremos viver em paz.
Eu quero, todos querem viver em paz. A paz é boa e maravilhosa. Pense e reflita o que essa guerra está fazendo. PAZ!
Também achei interessante as redações de Roberta Maria e de Thayza Fernanda. Além dessas quatro moças, participaram também Jaiton José e Raiton José


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