domingo, 4 de janeiro de 2009

A questão palestina - Faixa de Gaza





















Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os... Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião... (Sura 9:5;29)

Sou uma mãe compassiva para com meus filhos, e eles são compassivos para comigo e cuidam de mim. Por amor a meu filho [Muhammad], eu o encorajei a morrer como mártir por Alá... Jihad é uma obrigação incumbida a nós, e nós devemos executá-la. Eu sacrifiquei Muhammad como parte de mina obrigação. (...) Rezei do fundo do meu coração que Alá fizesse com que sua operação fosse bem sucedida. Pedi a Alá que me concedesse dez [israelenses] por Muhammad; ele atendeu meu pedido e Muhammad realizou seu sonho matando dez colonos e soldados israelenses. (“An Interview with the Mother of a Suicide Bomber”, Dispatch 391, The Middle East Media Research Institute, 18 de junho de 2002 [www.memri.org/bin/opener latest.cgi?ID=SD39102].

Em Ramá se ouviu uma voz, Lamentação, choro e grande pranto: Raquel chorando os seus filhos, E não querendo ser consolada, porque já não existem. (Mateus 2.17)



Fiquei pensando qual seria a primeira postagem do ano. Estou sendo impelido a falar sobre esse novo capítulo da guerra árabe-israelense. As últimas notícias são que Israel invadiu a faixa de Gaza por terra e que teria morrido Abul Al-Jamal, sobre esse último fato falta para mim maiores informações.
Pois bem, a mídia tem se portado daquela mesma forma de sempre, assim como a ONU. Eu nunca vi a mídia internacional rechaçar com tanta veemência os ataques quase que diários feitos pelo Hamas contra o sul de Israel. Em vista disso, já que quase todos os líderes nacionais comentaram o caso, quero fazer algumas ponderações também. Para isso tentarei analisar algumas afirmações a respeito do caso.












Israel está usando força desproporcional contra os palestinos incluindo os civis.


Mentira.


Israel sofre com uma verdadeira conspiração dos países mulçumanos ao seu redor.






O Hamas só está fazendo o que faz porque tem apoio de países como Síria e Irã. Inclusive tais países apóiam outros grupos terroristas, como o Hezbollah. Contudo, a comunidade internacional tema em dizer que não é verdade que o Hezbollah seja, por exemplo, um grupo terrorista (observe a bandeira do Hezbollah, em baixo),









nega também que Síria e Irã financiam a morte diária de civis judeus inocentes, só falta dizer que as armas usadas (como foguetes e morteiros) pelo Hamas brotam do chão.
Israel não ataca palestinos civis. O que ocorre é que os soldados do Hamas, assim como seus quartéis-generais, localizam-se dentro da cidade no meio de conjuntos residências, como arma estratégica contra ataques. Para eles não importa que civis morram (como se pode observar na entrevista de uma mãe mulçumana no começo do texto). Por isso é injustificado dizer que o ataque de Israel está matando muito civis, se morreu alguns civis, como morreu, não foi a intenção imediata de Israel - pra que matar civis, se os principais atores da guerra são o grupo TERRORISTA Hamas? – a intenção imediata é o Hamas, este sim, como objetivo, mata covardemente os civis.



Se Israel baixasse armas perpetuamente haveria paz no Oriente Médio.

Mentira.

Israel é constantemente atacado, mesmo quando estão em vigor acordos de paz. Quando o Estado de Israel foi criado em 1948, Israel foi atacado por cinco países árabes. Em 1967 Israel seria atacado de novo, mas foi mais rápido evitando o ataque e surpreendendo Egito, Síria e Jordânia. No dia 6 de outubro de 1973, o que parecia mais um feriado judeu (Yom Kipur ou Dia do Perdão) tornou-se dia de terror. Egito e Síria mais uma vez tentam, de surpresa, derrotar Israel e tomar a terra, mas foram vencidos.
Esses ataques-surpresas seriam mais que motivos para uma interrupção permanente das negociações, até porque Israel teria mostrado que possuía força para vencer os seus inimigos. Mas não foi isso que aconteceu. Nos acordos de Oslo I e Oslo II, Israel sede parte do seu território (Faixa de Gaza e parte da Cisjordânia) aos palestinos. Israel desde que se firmou como estado busca o entendimento pacifico, mas não ver retorno, ao contrário, parece que é objetivo de parte significativa dos mulçumanos o fim completo de Israel até como povo.
Pareceu exagero? Então observe o editor da Al-Akhbar (uma das maiores empresas de comunicação do Egito), Ahmed Ragab, escreveu:

“Graças por Hitler, que vingou antecipadamente os palestinos dos mais hediondos criminosos da terra. Mesmo assim, culpamos Hitler por sua vingança não ter sido suficiente.” (MCQUAID, Elwood. Herança explosiva: haverá paz na Terra Santa? Porto Alegre: Actual Edições, 2004, p.23)

e também leia com atenção:

“Em nossos dias, o ‘Mein Kampf’ de Hitler é um Best-seller nas áreas da Autoridade Palestina.” (BOOKMAN, Douglas [org.]. Israel: Prova da fidelidade de Deus. Porto Alegre: Actual Edições, 2004, p.46)





Como podemos observar, está sendo contadas várias mentiras. O caso tem que ser observado com um mínimo de parcialidade. Essa infantil luta ocidental contra o Ocidente não pode fazer-nos fechar os olhos para a realidade. Muito poderia ter sido feito a comunidade internacional se posicionasse contra aos radicais islâmicos. Não é uma luta contra o Ocidente e Oriente, é acima de tudo a luta da liberdade contra a opressão. Mulheres sendo proibidas de dirigir, de mostrar o rosto. Homens cujo objetivo é tão-somente matar inocentes. Nada justifica tais atitudes. Vamos sair desse mundinho hipócrita e doentio que vivemos. Intolerância a intolerância.

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