
Recentemente assisti, no cinema, ao filme Última Parada 174, de Bruno Barreto. Ele (o filme) não muda o foque daquilo que vem sendo feito e prestigiado recentemente pelos cineastas brasileiros: a violência nas favelas, dos quais se destacam Cidade de Deus (2002) e Tropa de Elite (2007).
Contudo, Última Parada 174, me tocou mais do que aqueles, embora, tenha sido menos prestigiado pela crítica do que os dois, talvez por parecer o assunto (favelas) já saturado.
O filme me tocou pela crueza da realidade brasileira e pelo descaso das autoridades com que acontece ao redor.
Aliás, falando em corrupção foi divulgado recentemente o estudo feito pela Transparência Internacional sobre a corrupção do mundo. Alguns pontos do levantamento são dignos de nota:
O professor Johann Graf Lambsdorff, da Universidade de Passau, que elabora o Índice para a TI, diz que há evidências de que melhorar um ponto no índice de percepção da corrupção aumenta as receitas de um país em até 4%, e a afluência de capital em até 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
A presidente do TI, Huguette Labelle, comentou algo importante:
"Nos países mais pobres, os níveis de corrupção podem ser a diferença entre a vida e a morte quando está em jogo o dinheiro vai para hospitais ou para água potável".
A corrupção e o descaso dos políticos e policiais no Brasil nos têm custado muito. A morte de Eloá poderia ser evitada se armas não circulassem tão livremente como hoje circulam em qualquer esquina a preços populares. (cf. coluna de Eliane Cantanhêde http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede/ult681u458892.shtml)
Mas no Brasil o que ocorre é uma alienação sem precedentes. Enquanto é comprado DVDs piratas de Tropa de Elite policiais são mortos e matam embaixo dos nossos narizes.
Meu Deus, até quando será que iremos dormir em berço esplendido enquanto a brutalidade e a violência. Quantos jovens precisarão morrer para aprendermos a voltar direito e exigir o nosso direito a vida
Contudo, Última Parada 174, me tocou mais do que aqueles, embora, tenha sido menos prestigiado pela crítica do que os dois, talvez por parecer o assunto (favelas) já saturado.
O filme me tocou pela crueza da realidade brasileira e pelo descaso das autoridades com que acontece ao redor.
Aliás, falando em corrupção foi divulgado recentemente o estudo feito pela Transparência Internacional sobre a corrupção do mundo. Alguns pontos do levantamento são dignos de nota:
O professor Johann Graf Lambsdorff, da Universidade de Passau, que elabora o Índice para a TI, diz que há evidências de que melhorar um ponto no índice de percepção da corrupção aumenta as receitas de um país em até 4%, e a afluência de capital em até 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
A presidente do TI, Huguette Labelle, comentou algo importante:
"Nos países mais pobres, os níveis de corrupção podem ser a diferença entre a vida e a morte quando está em jogo o dinheiro vai para hospitais ou para água potável".
A corrupção e o descaso dos políticos e policiais no Brasil nos têm custado muito. A morte de Eloá poderia ser evitada se armas não circulassem tão livremente como hoje circulam em qualquer esquina a preços populares. (cf. coluna de Eliane Cantanhêde http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede/ult681u458892.shtml)
Mas no Brasil o que ocorre é uma alienação sem precedentes. Enquanto é comprado DVDs piratas de Tropa de Elite policiais são mortos e matam embaixo dos nossos narizes.
Meu Deus, até quando será que iremos dormir em berço esplendido enquanto a brutalidade e a violência. Quantos jovens precisarão morrer para aprendermos a voltar direito e exigir o nosso direito a vida

Nenhum comentário:
Postar um comentário