domingo, 23 de novembro de 2008

Obama, presidente.


Barack Hussein Obama II nasceu em 4 de agosto de 1961 em Honolulu, no Havaí, filho de Barack Obama, um economista queniano, e de Ann Dunham, antropóloga americana, branca, nascida no estado do Kansas, Estados Unidos. Seus pais conheceram-se enquanto frequentavam a Universidade do Havaí em Manoa, onde seu pai era um estudante estrangeiro. Conseguiu se formar em uma das maiores universidades do mundo: a de Harvard. Obama foi eleito o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos e é atualmente o único presidente negro eleito de toda a América.
A vitória de Obama é marco histórico de grande valor. Não é todo o dia que agente vê um negro vencer uma disputa para presidente em um dos países mais racistas do mundo. Martim Luther King se estivesse vivo iria comemorar muito. Ele representa uma sensível mudança na visão de mundo dos americanos. O mesmo presidente que foi eleito, pela esmagadora maioria da população, presidente, e que foi eleito em 2004 para senador com a expressiva votação de 70%., foi derrotado na eleição para o congresso americano há 8 anos atrás, isto é, no ano 2000.
Entretanto, é de se lamentar, a forma como a mídia comentou o caso. O mundo ainda é muito racista. A prova disso são esses comentários sobre a cor da pele de um presidente. Ninguém comentou se ele é competente ou não, pro mundo inteiro é simplesmente (e espantosamente) um negro que ganhou a disputa pra presidente. O meu sonho é que um dia ninguém vote ou deixar de voltar em uma pessoa porque ela negra, azul, índio, mulher, evangélico...

3 comentários:

Unknown disse...

Certamente(para o BRASIL) seria melhor Mcain... do ponto de vista economico.

Talvez se Mcain tivesse feito umas sessões de brozeamento, poderia ter se saido melhor.

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Concordo inteiramente.
Obama é intervencionista até de mais. Um presidente, que aparentemente, é intervencionista e protecionista, como Obama, é bom pro Estados Unidos e ruim para a economia mundial, que depende da generosidade dos norte-americanos.